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Como evitar picadas de mosquitos em bebês e crianças

Repelentes adequados são a melhor arma contra a transmissão de doenças por insetos

O Brasil possui mosquitos que transmitem diversas doenças (dengue, zika vírus, chikungunya, febre amarela e malária, entre outras) e a melhor forma de proteger a família é incluir o uso de repelentes na rotina de cuidados com a pele.

Mas atenção: a pele de bebês e crianças não pode receber qualquer tipo de repelente. É fundamental usar produtos que foram desenvolvidos especialmente para os pequenos e não utilizar um produto feito para adultos no lugar.

A partir dos seis meses
O uso de repelentes tópicos é recomendado a partir dos seis meses de vida do bebê. Aplicados diretamente sobre a pele, eles formam uma camada de vapor com odor que afasta os insetos.

O repelente deve ter formulação átoxica e sem álcool. A duração da proteção varia de acordo com o fabricante. No Brasil, é facilmente encontrado em farmácias e supermercados, mas lembre-se de conversar com o seu pediatra para que ele recomende o produto mais adequado.

E os menores de seis meses?
Por ter a pele ainda mais delicada, um bebê com menos de seis meses de vida não deve usar repelentes tópicos. A orientação é recorrer a repelentes físicos e ambientais.

No corpo, mangas e calças compridas aumentam a proteção. Já os ambientes em que o pequeno fica precisam ter portas bem vedadas e janelas fechadas com telas. Em carrinhos, berço e bebê conforto, mosquiteiros com poros das telas de no máximo 1,5 mm são a melhor solução.

Se a exposição for inevitável, procure o pediatra para conversar sobre as melhores alternativas para proteger seu bebê.

Aplicação para a máxima proteção
Para proteger seu filho é preciso aplicar os repelentes corretamente. Siga as orientações e garanta a máxima proteção.
 

  • Periodicidade – Aplique nos intervalos recomendados pelo fabricante. Em locais muito quentes (temperaturas acima dos 30°C) ou em crianças que suam muito, as reaplicações podem ser mais frequentes.
     
  • Partes do corpo – O repelente não deve ser aplicado próximo dos lábios, das narinas, dos olhos ou sobre machucados, pois pode causar irritação. De resto, espalhe homogeneamente sobre toda a pele do bebê ou da criança, com atenção especial para a parte externa do nariz, orelhas, nuca e tornozelos, áreas geralmente esquecidas.
     
  •  Função do adulto – Nunca dê o repelente na mão da criança para que ela mesma o espalhe sobre o corpo. Ela pode esfregar os olhos ou colocar a mão na boca e ficar com irritações nessas regiões.
     
  • Como misturar – Repelentes podem ser passados com hidratantes ou protetores solares, mas é preciso ter cuidado. Aplique o protetor solar e, após 15 minutos, aplique o repelente. Ele deve ser sempre a última camada para não perder a eficácia.

 

 

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